“Resplandecente é a Sabedoria, e sua beleza inalterável: os que a amam descobrem-na facilmente. Os que a procuram encontram-na. Mas amá-la é obedecer às suas leis, e obedecer às suas leis é a garantia da imortalidade.” (Sabedoria, capítulo 6, versículos 12 e 18)
O escritor uruguaio, Eduardo Galeano, reproduz lucidamente as mazelas que acompanham o Haiti desde a sua ocupação por forças imperiais. E neste mesmo artigo exalta a sua capacidade de soerguer-se pela a luta e pela dignidade. Leiam:
Após a versão eternizada por Ná Ozzetti da canção “Capitú” do compositor Luis Tatit, apreciem sem moderação a versão da cantora e compositira Zélia Duncan deste clássico do compositor paulista.
Em texto publicado no excelente sítio da agência de notícias Carta Maior, o sociólogo protuguês Boaventura de Sousa Santos analisa sucintamente o surgimento de um modelo de ativismo jurídico empenhado pelo conservadorismo forense. Leiam:
Será que é possível o senhor sair da piada desrespeitosa, carregada de preconceito social, e ser mais um a aplaudir (mesmo que timidamente), como fez esta senhora representante máxima do PiG (Partido da imprensa Golpista) o Maior Presidente da história do Brasil? Não precisa responder, já sei a resposta! O senhor é capaz de enxergar, porém continua preso a ideologia Demo-Tucana, que dissipa entre os melhores corações, a oração que por ora hipnotiza os seus seguidores. A excludente cantiga eclesial, propagada por seus doutrinadores, que o Estado tem quer ser mínimo, e em consequência privatizado.
Assistindo ao programa do estimável Rolando Boldrin, me deparo com esta Senhora: E que Senhora! Dona Jandira é dona de um timbre expetacular. Canta sem esforçar-se. Como diz minha querida irmã fonaudióloga, “que cante bem não força as pregas vocais”. Escutem com atenção esta interpretação de clássicos do cancioneiro popular brasileiro. Maravilhas!!!
Acompanhe amigos, a entrevista concedida pelo Ministro da Justiça, Senhor Tarso Genro, a agência de notícia Carta Maior. Leiam com atenção e criticamente analisem o que está acontecendo com a mais Alta Corte Jurídica do país.
O rico e o pobre deram uma chegadinha na zona do meretrício local. O rico pediu uma garrafa de champagne francês Don Perignon e também, a mulher mais gostosa e cara daquela zona.
Arrancou as roupas da “donzela” e, com ela em pé, derramou champagne no reguinho formado pelos seios dela e tomou todo o líquido lá embaixo, na “pombinha” da mesma e fez uma saudação dizendo:
- O dinheiro é justamente para me dar esse tipo de prazer!
O pobre viu aquilo e pediu uma dose de Caninha e, em seguida, pediu a mulher mais barata da zona e logicamente a mais feia.
Tirou a roupa da piranha, virou-a de costas e derramou a cachaça nas costas da mesma e, com a boca no ruscutufo dela, tomou toda a pinga que escorria e saudou dizendo:*
Reformar o grande latifúndio nacional é um caso de honra para o Estado Nacional. A divisão isonômica é parte de uma política pública que a anos esbarra na força política/econômica que os ruralistas encontram no Congresso Nacional. Vejam esta avaliação de Antônio Cechin e Jacques Távora Alfonsin do Censo Agropecuário divulgado esta semana.
“IHU On-Line – Por que afirma que o capitalismo é apenas um parêntese na história humana?
Anselm Jappe – Trata-se de uma formulação polêmica, porque o capitalismo existe há, no mínimo, 200 anos nos países desenvolvidos como Inglaterra. Há antecedentes do capitalismo na época da Renascença, remontando ao século XIV. Disse que o capitalismo é um parêntese na história para fazer uma objeção à apologia atual que o vê como uma realização necessária de toda a história. Critico a ideia de que a humanidade e a evolução avançam para algo melhor, e que o capitalismo seria uma espécie de apogeu da humanidade, uma forma de sociedade e de economia que vai permanecer para sempre. Muitas vezes, as apologias do capitalismo são feitas apresentando a democracia como uma forma finalmente encontrada para o convívio dos seres humanos. Assistimos, então, a uma espécie de ontologização do capitalismo. Isso consiste em dizer que pode haver diferentes modelos de capitalismo, mas ele se mantém no mesmo enquadramento do valor, do dinheiro, da democracia e do Estado. Não é apenas o pensamento burguês, mas boa parte também do pensamento que se proclama ser de esquerda, que se converteu a essa ontologização do capitalismo, incapaz de imaginar algo diferente “. Segue o link:
A extinção dos campos nos quais habita este parasita, se dará em caso do Estado se omitir de suas obrigações com a coletividade, afastando de si a responsabilidade por uma Justiça Social em que vige um regime igualitário. Leiam o texto do Profº Zigmunt Bauman:
Amigos leiam esta postagem e percebam a diferença entre um político e um Estadista.
Lula poderia ter agido, como muitos de seus pares na política agiriam, com rancor e desprezo pelo Rio de Janeiro, seus políticos, sua mídia, todos alegremente colocados como caixa de ressonância dos piores e mais mesquinhos interesses oriundos de um claro ódio de classe, embora mal disfarçados de oposição política. Lula poderia ter destilado fel e ter feito corpo mole contra o Rio de Janeiro, em reação, demasiada humana, à vaia que recebeu – estranha vaia, puxada por uma tropa de canalhas, reverberada em efeito manada – na abertura dos jogos panamericanos, em 2007, talvez o maior e mais bem definido ato de incivilidade de uma cidade perdida em décadas de decadência. Vaiou-se Lula, aplaudiu-se César Maia, o que basta como termo de entendimento sobre os rumos da política que se faz e se admira na antiga capital da República. Fosse um homem público qualquer, Lula faria o que mais desejavam seus adversários: deixaria o Rio à própria sorte, esmagado por uma classe política claudicante e tristemente medíocre, presa a um passado de cidade maravilhosa que só existe, nos dias de hoje, nas novelas da TV Globo ambientadas nas oníricas ruas do Leblon.
Lula poderia ter agido burocraticamente a favor do Rio, cumprido um papel formal de chefe de Estado, falado a favor da candidatura do Rio apenas porque não lhe caberia falar mal. Deixado a cidade ao gosto de seus notórios representantes da Zona Sul, esses seres apavorados que avançam sinais vermelhos para fugir da rotina de assaltos e sobressaltos sociais para, na segurança das grades de prédios e condomínios, maldizer a existência do Bolsa Família e do MST, antros simbólicos de pretos e pobres culpados, em primeira e última análise, do estado de coisas que tanto os aflige. Lula poderia ter feito do rancor um ato político, e não seria novidade, para dar uma lição a uma cidade que o expôs e ao país a um vexame internacional pensado e executado com extrema crueldade por seus piores e mais despreparados opositores.
Mas Lula não fez nada disso.
No discurso anterior à escolha do Comitê Olímpico Internacional, já visivelmente emocionado, Lula fez o que se esperava de um estadista: fez do Rio o Brasil todo, o porto belo e seguro de todos os brasileiros, a alma da nacionalidade. Foi um ato de generosidade política inesquecível e uma lição de patriotismo real com o qual, finalmente, podemos nos perfilar sem a mácula do adesismo partidário ou do fervor imbecil das patriotadas. Lula, esse mesmo Lula que setores da imprensa brasileira insistem em classificar de títere do poder chavista em Honduras, outra vez passou por cima da guerrilha editorial e da inveja pura e simples de seus adversários. Falou, como em seus melhores momentos, direto aos corações, sem concessões de linguagem e estilo, franco e direto, como líder não só da nação, mas do continente, que hoje o saúda e, certamente, o aplaude de pé.
Em 2016, o cidadão Luiz Inácio da Silva terá 71 anos. Que os cariocas desse futuro tão próximo consigam ser generosos o bastante para também aplaudi-lo na abertura das Olimpíadas do Rio, da qual, só posso imaginar, ele será convidado especial.
É no Brasil! A sede das olimpíadas 2016 é na cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. E foi ele, “o cara” quem mais influenciou para que a decisão fosse esta. O comitê olímpico curvou-se diante do Excelentíssimo Senhor Presidente da República Federativa do Brasil, Luis Inácio Lula da Silva. Lula, o pé-frio(rs), é um misto de competência e carisma inigualável, tanto em Pindorama como na Via Láctea. Uma sensatez sem limites na arte da política. Como disse Artur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), “Presidente, está é a maior vitória política-esportiva não só do Brasil mais da América do Sul”. Se realizará aqui os dois maiores eventos esportivos da humanidade, a Copa do Mundo em 2014 e o maior de todos em 2016. Estes espetáculos esportivos com sede no Brasil, impulsionará não só a nossa economia que em 2016, palavras do Presidente do Banco Central Henrique Meirelles, galgará a quinta posição no cenário mundial, como também impulsionará um desenvolvimento social com igual êxito.
As olimpíadas serão para os brasileiros, estrangeiros e até mesmo para aqueles brasileiros que sofrem com o complexo de vira-latas. Que torcem contra qualquer investidura que a nossa Nação venha almejar no contexto planetário. “Nós somos um povo igual a qualquer outro, nem melhor nem pior. Apenas somos brasileiros”. Palavras de Lula. “Estamos todos deparabéns, Pelé, Nuzman, Governador, Prefeito, atletas… mas o Presidente Lula humilhou! Com essas palvras do carismático tenista Gustavo Kuerten, termino esta postagem saudando a chegado dos jogos olímpicos no Brasil, na América do Sul, continente devastado pela ganância capitalista, mas que agora a passos largos marcha em direção a uma independência de fato e de direito.
Parabéns Brasil! Parabéns Senhor Presidente Luis Inácio Lula da Silva!
Será que foram eles? Não sei, é recente este burburinho, mais que vai desmacarar os golpista de São Paulo vai! Veja o que publicou o excelente jornalista Luis Nassif.
Comunico aos amigos sedentos por informações jurídicas, a edição de mais um informativo do STF (n. 560). Além deste, o blog disponibilizará em suas postagens, na medida do possível, informativos de outros tribunais essenciais para a fluição do sistema jurídico.
Acabo de receber um e.mail, informando-me de uma nova publicação neste setor com significativa relevância para a sociedade brasileira. É a publicação, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), de sua revista eletrônica, confiram.
Entre os países latinos-americanos e caribenhos, o Chile lidera a corrida em direção aos Objetivos de Desenvolvimento para o Milênio da ONU. Um dado importante, é a acentuda queda percentual do índice de pobreza neste continente, antes registrada em 48,3% (1990), despencou quase 15 pontos percentuais, terminando em 34,1% (2007). Leiam o que disse a secretária-executiva da Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (CEPAL), Alicia Bárcena.
O que torna o Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) legítimo, são dados como estes divulgados pelo IBGE. O desproporcional nível de concentração estarrece até mesmo os mais radicais setores da direita. Leiam:
Neste artigo, o excelente escritor uruguaio Eduardo Galeano (autor de Veias Abertas da América Latina), debruça-se num dos temas de tamanho relevante para a tão combalida sociedade de consumo e as suas exigências impostas pelo mercado. Divirtam- se:
Aprovado pela a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) o atual Advogado-Geral da União José Antônio Dias Toffoli para ocupar a vaga no Supremo Tribunal Federal aberta desde o falecimento do Min. Menezes de Direito. Leiam:
Eu prefiro este à aqueles. A formação de uma opinião, depende de quem você ler, ouve e/ou ver. Deletei de minha prática habitual informações, principalmente políticas e suas derivadas, que venham dos meios de comunicação empresarial regidos por uma prática excludente. Os serviçais do capital do financeiro mundial ocupam monopólios em setores cruciais para o desenvolvimento humano. Leiam a entrevista, se tiverem coragem.