O que é um regime excludente?

Sempre ele, Eduardo Galeano. O escritor uruguaio, esclarece mais uma vez, o que significa a exclusão da maioria pela sua inigualável verve poética de amante dos vocábulos. Galeano menciona palavras desvirtuadas do quotidiano textual, empregadas de forma inédita na significação da realidade, ganhando uma dimensão próxima ao neologismo. Palavras descontextualizadas que tornam-se novas.
Com o incomum trânsito auditivo entre os normais, palavras como “pragmatismo”, “deserção”, “flexibilização laboral”… sempre são evocadas para o esclarecimento das dúvidas, que falsamente alcançam êxito em disseminá-las, confundindo ainda mais os mergulhados na lama da ignorância. Verdade seja dita, não é da vontade dominante que às dúvidas de fato sejam solucionadas, é papel das empresas de comunicação, da grande imprensa (os jornalões) o embaralhamento das ideias. A confusão explicativa torna à didática, propositalmente, insuportável. Tá aí uma razão, dentre tantas, da qual o povo brasileiro ainda encontra-se inerte. Leiam com critério:

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=15966

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