Declaração Universal dos Direito Humanos – 1ª Parte

Retomo uma série de postagens abandonada no início do presente ano, em que a análise hermenêutica, por mim feita, dos artigos da Declaração Universal do Direitos Humanos, servirá como um pretenso estudo do tema. A sublime declaração guarda em seu texto, o abstracionismo dos sentimentos, dos quais só a nós foi ofertado. E é nisto que acredito.  

 

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

Nos dias seguintes, postarei entre outros, artigos da grandiosa DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS, todos serão completados por comentários.

Há pouco mais de um mês, a Oraganização das Nações Unidas (ONU), celebrava o sexagésimo aniversário da resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948, na qual expressava em seu cerne literário, a exaltação da condição do homem em: dignidade; em igualdade; em sua individualidade e, em sua coletividade. A promulgação da carta, vem ser editada (três anos após) ao término da segunda grande guerra. Devastada por uma incrédula batalha, o continente europeu e o estado japonês – Hiroshima e Nagasaki diretamente – se reorganizava sob à égide dos mais valorosos princípios, guiantes dos salutares anseios de uma humanidade entregue a uma crise de amoralidade coletiva. Outras situações históricos sobrecaía como um manto, que têxtilmente agasalhava  a (in)capacidade do gênero em permanecer fiel a sua natureza sociológica. “O homem lobo do homem.”

Artigo I:

“Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade.”

Fatiando este artigo, evidenciarei em análise a forma de avaliação Meta-linguagem-lógico jurídica.

“Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos.”

Sem a presunção de está com a verdade em absoluto, o progresso social da humanidade é visto e sentido. É fato que horrores são praticados quotidianamente, porém, o progresso moral, silenciosamente permanece mais próximo do cidadão-comum. A indignação, capacidade de espantar-se com os açoites dado em nossa dignidade e em nossos direitos, é um trunfo exercido pela sociedade em geral, não como quimericamente queremos, o sonho de esmerar-se é gradativo, a evolução moral requer tempo e seguramente não coincidirá com a nossa biografia. Porém, neste exato momento, passamos por um período de indelével contribuição para o campo da promoção dos princípios fundamentais, o esmagamento proposto por esta economia liberal, é a raiz das mais variadas distorções, à porfia econômica será a decifração do enigma por àqueles que desejam ardorosamente, dá um basta nesta desordem sócio-econômica que assola as mais respeitáveis intenções de medidas progressivas. 

“São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação uma às outras com espírito de fraternidade.

O artigo I em sua segunda parte, ou fatia, normativiza os dotes racionais e conscientes de cada unidade sentencional, aconselhando o zelo das relações interpessoais na afetuosidade. É perceptível em sua redação o cunho filosófico deste enunciado, a filosofia, a santa sofia como gosto de pronunciar, é parte integrante das epistemologias que debruçam-se pormenorizadamente neste universo complexo que é a natureza humana. A nossa investigação, se deterar superficialmente na ética, sei da grandeza do tema e da dificuldade de debatê-lo num caderno de anotações (BLOG).

Ética para mim é o discernimento entre o certo e o errado, o bem e o mal. A Ética é a distinção entre o vício e a virtude. A Ética é a prática solitária de avaliar-se individualmente, sendo juiz de suas próprias causas, reparando deslizes que porventura maculem a nossa conduta social e venha distanciar da coletividade. A Ética também é coletiva, porém, seu alicerce é fincado no individual. A soma das unidades é que formam um conjunto. Ex.: Quando analisamos uma casa, um condomínio, uma cidade, um país, questionaremos por meio dos atos individuais se a uma integração de proteção ao coletivo, e se esta proteção é sedimentada em quais valores. Assim é formada uma avaliação ÉTICA.

Em breve voltarei ao tema com eficiência.

Findo!

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