Em breve anotarei uma crítica da cegueira

Em breve, anotarei críticas ao festejado diretor brasileiro, Fernando Meirelles, em sua película homônima ao livro do não menos festejado, José Saramago – escritor português. “Ensaio Sobre a Cegueira”- o livro, de fato foi a sedimentação do trabalho literário imaginativo de Saramago, um clássico entre os seus, juntamente com “O Evangelho Segundo Jesus Cristo” e “Jangada de Pedra”. A priori, temo pelo vício opinativo que darei, pois acredito que uma obra de arte não substitui a outra, até mesmo clássicos como: Vidas secas, Lavoura Arcaica, São Bernado, A Pedra do Reino… são imprescindíveis de suas leituras literárias, só assim a amplidão distinta das formas de expressão, se completarão em nossos sentidos avaliativos que darão norte as nossas condutas quotidianamente. A arte é a SALVAÇÃO.

Geralmente, quando é cinematografada uma Obra Literária, o fracasso do filme é quase uma obrigação, porém, quando se trata de “obras literárias” sem teor, sem conteúdo pertubador, sem o visceral turbilhão de idéias que assola a nossa sossegada paz, o “êxito” da película é tido como certo. Na verdade, nos deparamos com o fenômeno do horror, esperamos sempre o pior, se o livro é ruim o filme será um desastre, tamanha a dificuldade de transpor os escritos para às telas. Sendo o cinema uma obra do diretor, é impossível um cidadão de mediana cultura, dirigir um clássico da literatura e ao menos aproximar-se da qualidade da poesia inventiva, mas asseguro que a mediocridade capitalista, identificada na abominável CULTURA DE MASSAS, tem substâncial força para transforma o “Código Da Vinci” em uma das maravilhas do cinema.

Vou assistir ao filme com responsável cuidado!

ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA

DIRETOR: Fernando Meirelles

ELENCO: Julianne Moore, Mark Ruffalo, Alice Braga, Danny Glover e Gael Garcia Bernal.

PS. Há um mês, o diretor Fernando Meirelles, foi condecorado com título de “Paulistano do Ano”, que sabiamente renunciou ( não sei os Motivos ). O prêmio era oferecido pela Editora Abril. Meirelles foi a festa, recebeu o prêmio e dedicou ao verdadeiro Paulistano do Ano: o Juiz de Direito Drº. Fausto de Sanctis, responsável pela prisão do orelhudo, Daniel Dantas. A Veja, como a grande maioria das empresas de comunicação no Brasil, que são concessões públicas ou se sustentam no mercado editorial pela a verba publicitária do governo, tem ojeriza ao magistrado.

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