Arquivo para dezembro 2014

Os números de 2014

29 de dezembro de 2014

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2014 deste blog.

Aqui está um resumo:

Um bonde de São Francisco leva 60 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 520 vezes em 2014. Se fosse um bonde, eram precisas 9 viagens para as transportar.

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PÍLULA POÉTICA n. VIII

16 de dezembro de 2014

PÍLULA POÉTICA – VIII

 

E chegamos à oitava “pílula” desse alvissareiro ano de 2014. Com o término dessa convenção humana, inaugura-se um novo período na sinantropia que denominaremos de “Lustrar o Verbo”. Esperamos que os Senhores e as Senhoras continuem acompanhado esse Movimento que custodiado permanece nos limites dos cárceres das quimeras, e dele, não pretendem alforriar-se nem que a vaca tussa.

 

Com a edição dessa nova pílula, abre-se a possibilidade de enriquecimento da simplória manifestação poética no quesito sonoro dos etílicos recitais. Desta feita, a presença do trio mais que querido e admirado das bandas da tromba do elefante (Encanto/RN) e do sul Ceará (Ereré/CE), luziu as tardes de sexta e sábado passado. Sâmia, Rafaela e Laninha, sinantrópicas desde sempre, puseram cor ao concreto opaco dessas reuniões pombalíneas. Vestiram com altivez e honestidade o manto e o ideário dessa incontida calamidade imprecada nos hostes sulistas de nossa capital e nos que residem em outras cidades do Brasil, e que formam um exército de desarmados de pólvora e carregados de afeto em suas grandezas sociais e  individuais.

 

Sâmia presenteou-me em particular, recitando uns versinhos que escrevi em honra a memória do meu genitor Heronides Ramalho de Souza. Ao poema batizei de “Encantamento”, muito pela leitura de João Guimarães Rosa, no seu já clássico “Grande Sertão: Veredas”. É esse encanto que nutrimos e que nos alimenta quotidianamente e nos equilibra ou ao menos tenta, no afã de enfrentarmos com dignidade às intempéries da Vida e às fraquezas dos Homens. É isso!

 

Salve o Grêmio Recreativo Pombo Sujo!

 

Ítalo de Melo Ramalho.

 

8 de dezembro de 2014

VII PÍLULA POÉTICA

E chegamos à sétima postagem de vídeos nos quais optamos – sem temores ou receios ao menos nessa série sinantrópica – em demonstrarmos nossa diletância pela literatura e a música. Em específico, no exemplo literário, à poesia.

Muito nos emociona dividir com os Nobres admiradores das galhofas e das besteiras desse atrevido e estéril Grêmio Recreativo Pombo Sujo, no que tange a produção artística, um pouco dos nossos prazeres. É dessas inexpressivas “Pílulas Poéticas”, que coletamos gás para enfrentarmos a hostilidade que a Vida nos ferra, marca, imprimi no quotidiano.

Em tempos de Carnatal, nossas audições, de maneira saudável, tenta filtrar, apurar, burilar, algum som aprazível aos tímpanos expelido pelos faraônicos caminhões de som. Não dá! Impossível! Os sentidos não costumam ludibriar uns aos outros. São implacáveis! A audição pombalínea tem estandarte definido. Acrescente-se a essa bandeira, a MISOFONIA! Problema crônico, ou seja, incurável, típico das oiças dessas pragas emplumadas. Mas respeitamos, não entramos em desavenças, os assuos são silenciosos evitando qualquer modelo de abscessos que num futuro próximo fosse necessário supurá-los. Sendo assim, o coletivo Pombo Sujo vos brinda com esse singelo poeminha, agradecendo o carinho e a generosidade dispensado pelos queridos/as Amigos/as.

Inté mais ver!

Ítalo de Melo Ramalho.