VII PÍLULA POÉTICA

E chegamos à sétima postagem de vídeos nos quais optamos – sem temores ou receios ao menos nessa série sinantrópica – em demonstrarmos nossa diletância pela literatura e a música. Em específico, no exemplo literário, à poesia.

Muito nos emociona dividir com os Nobres admiradores das galhofas e das besteiras desse atrevido e estéril Grêmio Recreativo Pombo Sujo, no que tange a produção artística, um pouco dos nossos prazeres. É dessas inexpressivas “Pílulas Poéticas”, que coletamos gás para enfrentarmos a hostilidade que a Vida nos ferra, marca, imprimi no quotidiano.

Em tempos de Carnatal, nossas audições, de maneira saudável, tenta filtrar, apurar, burilar, algum som aprazível aos tímpanos expelido pelos faraônicos caminhões de som. Não dá! Impossível! Os sentidos não costumam ludibriar uns aos outros. São implacáveis! A audição pombalínea tem estandarte definido. Acrescente-se a essa bandeira, a MISOFONIA! Problema crônico, ou seja, incurável, típico das oiças dessas pragas emplumadas. Mas respeitamos, não entramos em desavenças, os assuos são silenciosos evitando qualquer modelo de abscessos que num futuro próximo fosse necessário supurá-los. Sendo assim, o coletivo Pombo Sujo vos brinda com esse singelo poeminha, agradecendo o carinho e a generosidade dispensado pelos queridos/as Amigos/as.

Inté mais ver!

Ítalo de Melo Ramalho.

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